Moinho de Maré da Azenha de Alhos Vedros acolhe obras premiadas da XII Bienal de Pintura até novembro
Rafael Oliveira conquistou o Prémio Joaquim Afonso Madeira e Cristiano Felismina foi distinguido com o Prémio Revelação na cerimónia pública que assinalou a abertura oficial da mostra.
A arte e a criatividade voltaram a estar em destaque no concelho da Moita com a inauguração da XII Bienal de Pintura de Pequeno Formato - Prémio Joaquim Afonso Madeira. A cerimónia solene aconteceu no passado dia 10 de outubro, data em que ocorreu a respetiva entrega de prémios aos artistas vencedores.
O vencedor da edição de 2026 foi Rafael Oliveira, distinguido com o Prémio Joaquim Afonso Madeira, no valor monetário de 1.300 euros. Já o Prémio Revelação, no valor de 600 euros, foi entregue ao jovem talento Cristiano Felismina. Com esta distinção, as respetivas obras passam agora a integrar o património das entidades organizadoras.
Recorde-se que a Bienal homenageia a personalidade e o reconhecido mérito artístico de Joaquim Afonso Madeira, figura fortemente ligada ao território de Alhos Vedros, onde se destacou como autor, ensaiador, encenador, cenarista e figurinista.
A cerimónia contou com a presença da Vereadora Anabela Rosa, em representação do Município da Moita. A acompanhar a sessão estiveram também Artur Varandas, em nome da Junta de Freguesia de Alhos Vedros, e o Professor Joaquim Raminhos, em representação do Círculo de Animação Cultural de Alhos Vedros (CACAV).
O júri desta XII edição avaliou dezenas de candidaturas com base em critérios como a técnica, qualidade conceptual, criatividade, originalidade, composição e equilíbrio. A exposição reúne uma seleção de obras originais e ficará patente no Moinho de Maré da Azenha de Alhos Vedros até ao dia 22 de novembro de 2026.
